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Enxaqueca: Sintomas, Causas e Tratamento. Guia Completo

Data

1 ● Março ● 2018
Saúde de A a Z

A enxaqueca é uma doença crônica que atrapalha o dia a dia de quem tem as crises

Os sintomas da enxaqueca são incômodos e precisam de prevenção.

 

Se você tem fortes dores de cabeças em um só lado e de vez em quando, pode ser enxaqueca! Neste guia completo preparado pelos médicos da Cia da Consulta, você vai saber tudo sobre a enxaqueca, sintomas, causas e prevenção para se manter longe das crises.  

O que é a Enxaqueca?

A enxaqueca é uma doença de caráter neurológico, crônica que se caracteriza como um dos tipos de cefaleia (dor de cabeça) que afetam um ou os dois lados da cabeça, geralmente acompanhada por sensibilidade a luz, barulho e outros sintomas como náuseas e vômitos.

O problema afeta cerca de 15% da população mundial, só no Brasil, são mais de 30 milhões de pessoas atingidas. Segundo a Organização Mundial da saúde (OMS), a enxaqueca está entre uma das doenças mais incapacitantes do mundo e dependendo da intensidade, pode afetar a vida pessoal e profissional das pessoas.

Cerca de 90% dos indivíduos que desenvolvem o problema tem algum prejuízo no trabalho, nos estudos, nas atividades de lazer e do dia a dia e na vida sexual. A doença também tem uma forte relação com o estilo de vida, alimentação inadequada, sedentarismo, tabagismo, obesidade, alcoolismo, doenças como depressão e disfunções na mandíbula (disfunção temporomandibular).

Quais os principais sintomas da Enxaqueca?

Atualmente sabe-se que a enxaqueca é uma doença que afeta o cérebro, mas também tem tendência genética e ambiental que são gatilhos para o seu desenvolvimento.  

 

Dor de cabeça unilateral é a principal causa das crises de enxaqueca.

 

Entre os principais sintomas estão:  

 

  • Crise de dor de cabeça unilateral e pulsátil, durando entre quatro a 72 horas
  • Dor perto e atrás dos olhos
  • Sensibilidade à luz
  • Sensibilidade ao som
  • Sensibilidade ao movimento do corpo ou do ambiente
  • Náusea
  • Vômitos
  • Bocejos
  • Fadiga
  • Mudança de apetite
  • Problemas de concentração, dificuldade para entendimento de palavras
  • Variação de humor
  • Falta de energia

Em 2017, a sociedade brasileira de cefaleia, lançou a campanha “ 3 é demais” mostrando a importância de procurar tratamento médico caso a pessoa sinta 03 ou mais dores de cabeça por mês, acompanhada de outros sintomas, durante pelo menos 3 meses.

Tipos de enxaqueca

Primárias

Esse tipo caracteriza-se pela dor na cabeça como principal manifestação. Pode ser enxaqueca com aura, sem aura, crônica, episódica, menstrual, basilar e hemiplégica.  

 

Enxaqueca com aura

Apresenta todos os sintomas que caracterizam a enxaqueca e não somente uma simples dor de cabeça. O aparecimento desse tipo é muito menos frequente em relação aos outros.  

 

A enxaqueca com aura começa a dar sinais a partir de alguns sintomas.

 

A aura é um fenômeno de caráter neurológico que apresenta a ocorrência de algumas alterações visuais chamadas de “escotomas”, são espécies de flashs de luz, manchas escuras em forma de mosaico ou imagens brilhantes em ziguezague acompanhados de dor de cabeça.   

 

Essas alterações começam a ocorrer pouco antes de iniciar a dor. Porém, podem não aparecer. Outros sintomas também são comuns como formigamento em apenas uma das mãos, por todo o lado do corpo, chegando até a adormecer metade da língua. Essas manifestações portanto são mais raras.

 

A aura começa com uma cefaleia na crise de enxaqueca, podendo persistir ou não depois que a dor começa. 

 

Enxaqueca sem aura

 

Esse é o tipo de enxaqueca mais comum, muitas vezes é confundida com uma forte dor de cabeça que ocorre depois de muito estresse ou cansaço acumulado. 

 

Antes das crises, alguns sinais podem se manifestar como: excesso de bocejos, alterações no humor, dificuldade de raciocínio, inchaço em determinada parte do corpo, vontade compulsiva de comer certos alimentos (inclusive doces) e cansaço.

Enxaqueca Crônica

 

É importante ficar atento aos diferentes tipos de enxaqueca e tratá-las corretamente

Um tipo de enxaqueca que aumenta em frequência e diminui em intensidade de sintomas e dor, passando a ser constante e menos incômoda do que as que tem crises fortes e incapacitantes. Pode ocorrer por diversos motivos e tem o uso excessivo de medicamentos analgésicos como causa principal.

Enxaqueca Episódica ou transformada

 

Um dos tipos mais comuns, tem duração de 14 dias a 1 mês em relação as enxaquecas crônicas que se caracterizam por uma dor que dura pelo menos 15 dias por mês.

Enxaqueca Menstrual

 

Esse tipo atinge cerca de 20% das mulheres. Levando em consideração as que já sofrem de enxaqueca, cerca de 60% relatam aumento ou piora da crise em durante o período menstrual. Essas crises além de dor de cabeça podem causar crises de enjoo, vômitos, fotofobia e incômodos com barulhos e cheiros além de outros sintomas. 

Enxaqueca da artéria ou basilar

É um tipo de enxaqueca extremamente rara, mas potencial. Seus sintomas se caracterizam por constrição da artéria basilar, que fornece sangue para o tronco cerebral. Esse tipo costuma atacar mais mulheres adolescentes, mas pessoas de todos os sexos e idades não estão livres.

Secundárias

Nesse tipo os sintomas costumam ser os mesmos, tendo a dor como principal desencadeador, mas nesse caso provém de outras doenças como:

 – Aneurismas

– Alterações metabólicas e hormonais

– Infecções (Provenientes de doenças como meningites e sinusites)

– Traumas

– Tumores

Enxaqueca x Cefaléia (Tipo Tensional)

É muito comum confundir a enxaqueca com uma cefaléia do tipo tensional, apesar de ambas terem características clínicas bem parecidas, são diferentes e devem ser tratadas de formas distintas.

A enxaqueca geralmente provoca dor latejante e incapacitante em um lado da cabeça, de intensidade moderada a forte e associada a náuseas e incômodos com luz e barulho. Enquanto a cefaleia do tipo tensional provoca dores em toda a cabeça associada a sintomas parecidos.

Saiba identificar se sua dor de cabeça é uma enxaqueca crônica ou outro tipo de cefaleia.

 

Entenda as diferenças entre Cefaleia e enxaqueca

 

Quais são as verdadeiras causas da Enxaqueca

 

As causas exatas que provocam a enxaqueca são desconhecidas, mas sabe-se que elas ocorrem devido a múltiplos processos do organismo relacionadas a fatores genéticos e alterações do cérebro. Durante as crises, há alterações vasculares e neurais.   

 

As crises de enxaqueca tem início a partir da liberação de algumas substâncias inflamatórias e estímulos elétricos do cérebro em alta intensidade, que reagem aos fatores externos enviando impulsos que causam dilatação nos vasos sanguíneos e a liberação de sinais químicos similares a hormônios e outras substâncias provocando a dor.

As crises geralmente acontecem da mesma forma em todas as pessoas, variando apenas a intensidade dos sintomas. O espaçamento entre as crises é variável e o gatilho que provoca as crises também, sendo que em algumas pessoas podem não desenvolver nenhum sintoma.  

Os gatilhos mais comuns da enxaqueca são:

 

  • Alimentares: jejum prolongado, carnes processadas, frituras e gorduras em excesso, queijos amarelos envelhecidos, frutas cítricas (principalmente laranja, limão, abacaxi e pêssego).
Manter uma alimentação saudável é uma das formas de prevenir a enxaqueca.

Chocolates, café, chá e refrigerantes a base de cola, aspartame (adoçante artificial), glutamato monossódico (tempero realçador de sabor) e excesso de álcool também são prejudiciais. Aqui você encontra  5 nutrientes para combater a enxaqueca importantes ao seu dia a dia.     

  • Ambientais: luzes e sons intensos, alergia, poluição, vento, chuva, altitude, sol-claridade, frio, calor, cigarro (ativo e passivo), ar condicionado, mudanças de temperatura ou de pressão. Odores, produtos químicos, purificadores de ambiente, odor forte de produtos de limpeza, de comida, de gordura e de gasolina.  
  • Físicos e hormonais: alteração hormonal do ciclo menstrual da mulher, falta ou excesso de exercícios físicos.
  • Emocionais: estresse, ansiedade, irritação, medo.
  • Sono: Dormir pouco ou mais do que de costume

 

 

Enxaqueca na mulher x homem

 

A mulheres são as que mais sofrem com crises de enxaqueca.

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 5 a 25% das mulheres e 2 a 10% dos homens tem enxaqueca. Especialistas afirmam que as alterações hormonais podem ser a causa provável para essa diferença.

O organismo masculino produz apenas a testosterona, enquanto o organismo feminino produz estrógeno durante quinze dias e progesterona nos outros quinze dias. Essa mudança constante de hormônios afeta o sistema límbico, que está ligado às emoções, à memória e a substâncias que interferem na produção de hormônios sexuais.

 

Em virtude disso, é comum mulheres que têm enxaqueca apresentarem dores nas fases pré, durante ou após a menstruação. As crises podem ser pioradas ou melhoradas com o uso de anticoncepcionais orais e costumam melhorar espontaneamente durante a menopausa.

Qual profissional procurar e como é o diagnóstico?

 

Caso você comece a sentir os primeiros sintomas indicativos de enxaqueca, não deixe passar muito tempo e procure os seguintes profissionais:

Fazer um tratamento médico para a enxaqueca é extremamente importante.
  • Neurologista: Médico que trata doenças do sistema nervoso
  • Clínico Geral: Previne, diagnostica e trata doenças em geral

O diagnóstico inicia através de uma análise clínica realizada pelo médico, que também investiga o histórico do paciente em busca dos fatores que causam as dores. Para um diagnóstico mais preciso, são necessários alguns exames complementares como:

  • Exame Físico
  • Exame neurológico completo
  • Eletroencefalograma
  • Ressonância magnética de crânio

A enxaqueca é diagnosticada se o paciente apresentar pelo menos cinco crises com as seguintes características:

  • Crises de cefaleia com duração de 4h a 72h (tratamento fracassado ou não realizado)
  • Cefaleia com dores unilateral, pulsátil 
  • Dor de intensidade moderada a intensa
  • Dor agravada ou impedindo atividades físicas rotineiras (caminhar, subir escadas, entre outros)
  • Ocorrência de náuseas, vômitos, fotofobia e fonofobia
  • Qualquer outro diagnóstico que explique a cefaleia

 

Estima-se que no Brasil apenas 56% dos pacientes com esses sintomas buscam atendimento e apenas 16% se consultam com especialistas em cefaleias. Na Cia da consulta você encontra neurologistas que podem ajudar no tratamento da enxaqueca e fazer com que você tenha um dia a dia mais saudável. 

 

Principais complicações da Enxaqueca

 

Os episódios se limitam apenas a doença e raramente se transformam em  outras complicações neurológicas mais graves ou permanentes. Porém, se não tratada, a enxaqueca crônica pode causar incapacitação em decorrência da dor e afetar diretamente a qualidade de vida do paciente. Por isso é necessário que a pessoa que tem enxaqueca, descubra os gatilhos que provocam a doença e tentar mantê-los longe.

A enxaqueca tem cura?

A enxaqueca não tem cura, mas tem tratamento que ajuda a espaçar a ocorrência das crises e amenizar a intensidade dos sintomas. Para tanto, é necessário realizar um tratamento com profissional, pois cada caso é específico e precisa de orientações dirigidas.

O problema da enxaqueca é bastante comum na atualidade, no entanto são poucos aqueles que recorrem a médicos para buscar um diagnóstico correto e um tratamento adequado. Porém, esse é um problema extremamente grave, e precisa de tratamento com qualidade e tempo necessários para controlar a doença.

Tratamentos para enxaqueca

 

Para iniciar o tratamento é necessário que o paciente tenha o diagnóstico correto de quais fatores são desencadeantes da doença. Os medicamentos recomendados pelo médico especialista assim como mudanças no estilo de vida, vão atuar justamente nesses fatores desencadeantes para evitar que as crises apareçam. 

Evitar o excesso de remédios é importante para controlar os sintomas.

 

O tratamento geralmente é feito de maneira multidisciplinar, envolvendo diversos profissionais da saúde iniciando com o neurologista e envolvendo também psicólogos, nutricionista, enfermeira e fisioterapeuta.  

 

Os medicamentos para controle e prevenção da enxaqueca são a base de neuromoduladores, betabloqueadores, antidepressivos, antivertiginosos. Sendo cada um deles usado de acordo com recomendação médica para cada caso específico.

 

O primeiro remédio específico para enxaqueca está chegando ao mercado, ele promete ser um avanço no tratamentos dos sintomas e um alívio para quem sofre com as crises de quadro crônico de enxaqueca.

É importante também manter alguns hábitos e tratamentos alternativos para se manter longe dos sintomas da enxaqueca como: 

Prática de exercícios físicos

Praticar exercícios físicos regularmente ajuda no tratamento. No exercício é importante você pegar leve e não sobrecarregar a musculatura do pescoço.

Sono Regular

Manter um sono regular é importante para combater os sintomas da enxaqueca.

Dormir bem pode auxiliar no tratamento da enxaqueca. Mantenha um hábito de evitar pensamentos excessivos e de colocar as preocupações em mente antes do sono. Aprenda a relaxar e controlar o seu sono para manter os sintomas longe.

Evite o stress e procure técnicas de relaxamento

No dia é a dia é bem difícil se manter longe do stress, mas é preciso controlá-lo. Aprenda a lidar com as sobrecargas do dia a dia, se cobre menos, faça atividades que gerem bem-estar para o seu corpo e mente. Relaxar, meditar e controlar a irritabilidade e stress são boas práticas para aliviar os sintomas da enxaqueca.

Exercícios como a Yoga podem ajudar a diminuir as crises de enxaqueca.

Psicoterapia

 

Alguns estudos mostram que é possível amenizar os sintomas de enxaqueca com psicoterapia, especialmente a cognitiva e comportamental. Procure um profissional que possa ajudar você a se livrar de altas cargas e mantenha a sua saúde mental em dia. Isso evita o desencadeamento dos sintomas da enxaqueca.

 

Fisioterapia

 

A fisioterapia pode ajudar e muito no tratamento da enxaqueca. Massagens, hidroterapia, tratamento com laser entre outros, podem ajudar a aliviar os sintomas e garantir melhor qualidade de vida no dia a dia.

Prevenção da enxaqueca. Como fazer?

Além dos medicamentos que são necessários para controlar as crises de enxaqueca, é necessário que sejam adotados novos hábitos e mudança no estilo de vida para ajudar na prevenção da enxaqueca.

Um dos métodos que ajudam na prevenção é manter uma espécie de “diário da enxaqueca”, onde o paciente pode incluir dia e hora das crises, os alimentos e medicamentos que ingeriu e as atividades que participou. Isso pode ajudar a identificar os gatilhos que possam provocar os sintomas.  

Anotar tudo o que ajuda a desencadear crises pode ajuda a prevenir.

 

Evitar alimentos, medicamentos, fatores ambientais assim como gatilhos como estresse e ansiedade que possam desencadear crises.

Convivendo com a Enxaqueca

Quem convive com esse problema sabe muito bem o transtorno que é quando se está em crise. Quem já tem um diagnóstico de enxaqueca crônica, precisa estar sempre em alerta ao sentir os primeiros gatilhos que vão desencadear a crise, quando isso acontece é necessário recorrer às seguintes práticas:

 – Tomar a medicação receitada: é importante ter sempre o medicamento

consigo, pois após um curto espaço de tempo do início da dor, há um processo de sensibilização que mantém a dor mais resistente aos remédios.

– Busque o que pode aliviar a sua dor: os desencadeantes da enxaqueca são   diferentes para  cada tipo, portanto é importante analisar o que pode desencadear a dor e aliviá-la seja através de compressas quentes ou frias, massagens, terapia, homeopatia e acupuntura também ajudam.

Trate cada sintoma de maneira isolada: é necessário que cada sintoma seja tratado de forma diferenciada e com atenção. Use o analgésico para a dor e trate os outros sintomas conforme recomendação médica.

– Escolha um local escuro e silencioso e descanse: durante a crise é necessário que se esteja em um lugar silencioso e com pouca luz, para realizar um repouso absoluto a fim de minimizar os sintomas da enxaqueca.

 

Descansar em local escuro e silencioso é importante durante as crises.

– Alimente-se bem e hidrate-se: Durante a crise, faça refeições leves, evite a ingestão de alimentos sólidos e de difícil digestão. Beba muito líquido, seja água, água de coco ou soluções hidratantes. Caso haja vômito, é necessário que se procure a urgência e emergência para tomar medicamento injetável. 

Cinco coisas que você precisa saber sobre a enxaqueca

1. A enxaqueca é um tipo específico de dor de cabeça

Não é qualquer dor de cabeça que chamamos de enxaqueca. É uma dor normalmente latejante, lateralizada e de forte intensidade. Ela pode durar de 4 a 72 horas se a pessoa não for medicada.

2. É mais comum entre as mulheres

             

As mulheres são as mais atingidas devido maior quantidade de hormônios.

Cerca de 20% da população tem enxaqueca. As mulheres possuem três vezes mais chances de contrair a doença. São cerca de 35 milhões de brasileiros sofrendo. A predisposição do sexo feminino deve-se pela oscilação do estrógeno (hormônio feminino), que ocorre no período fértil.

3. A causa é genética, mas as crises podem ser precipitadas por fatores ambientais

Não é qualquer um que tem enxaqueca, precisa ter predisposição genética para tal. Os principais fatores do ambiente envolvidos no início de uma crise são: o stress, distúrbios de sono e alimentação.

4. Ela não aparece em exames

A enxaqueca é uma disfunção do cérebro e de seus vasos sanguíneos, não uma alteração estrutural fixa. Por isso, fique atento aos sintomas!

5. Essa doença não tem cura, mas pode ser controlada

É complicado falar em cura, mas podemos falar em controlar os sintomas. Visto que vem de herança genética, os sintomas podem voltar sempre que o tratamento for interrompido. Os tratamentos se resumem à redução da intensidade e da frequência da dor, de modo a restabelecer a qualidade de vida do paciente.

Conclusão. Descobrir os gatilhos é a melhor forma de prevenir a enxaqueca   

Quem enfrenta a enxaqueca, deve entender a doença e descobrir os gatilhos que podem provocá-la. Mudar os hábitos diários é uma maneira de prevenir e afastar os fatores que desencadeiam as crises que atrapalham a qualidade de vida. Essas são as melhores formas de minimizar os incômodos de quem convive com o problema.

Saiba mais sobre prevenção de doenças e qualidade de vida  com essas outras dicas do nosso blog:

4 alimentos que vão transformar a sua saúde

4 hábitos para viver bem em São Paulo

Candidíase: Tudo o que você precisa saber sobre a doença

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Tem dúvidas? Os especialistas da Cia. da consulta ajudam a solucionar.